PÁGINAS
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Farmácias de Plantão - 06 de outubro
Farmácia do Povo
- 3331-1960
Rua Amaral Franco, 146
Centro – Manhuaçu - Manipular
- 3331-3678Rua Antônio Welerson, 89
Centro – Manhuaçu
Amamentar não pode doer
Amamentar não dói, se está doendo, a mulher deve procurar
ajuda de um profissional de saúde para ser orientada. A mulher precisa sair de
dentro da maternidade sabendo, além de qual é a pega e o posicionamento
corretos, como fazer a extração manual do leite.
Em casos de mamas muito cheias pode ser necessário
esvaziá-las um pouco antes de oferecê-las ao bebê. Na primeira dificuldade em
relação à amamentação, a mulher deve procurar ajuda na maternidade onde deu à
luz, nos centros de saúde ou em postos especializados em aleitamento materno.
Além de tudo isso, a mãe deve saber que o colostro (primeiro
leite produzido pela mãe após o parto) é alimento e é tudo o que o bebê precisa
nos primeiros dias de vida. “O colostro alimenta e sacia.
Quando um bebê nasce,
o estômago é do tamanho de uma cereja e a quantidade de colostro que sai é
suficiente para alimentá-lo. Com o passar dos dias, o estômago aumenta e
coincide com a apojadura (descida do leite) que acontece geralmente no terceiro
ou quinto dia depois do nascimento, mas pode demorar um pouco mais”, explica a
pediatra Paula Marconi.
A especialista reforça ainda que são raras as situações em
que a amamentação realmente não será possível. “Algumas doenças maternas como o
hipotiroidismo ou problemas neurológicos do bebê que dificultem a sucção podem
ser impeditivos da amamentação”, observa.
Do site Saúde Plena
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Pouca atenção à vacinação faz doenças como caxumba e coqueluche ressurgirem
Motivo de pânico no passado, sarampo, caxumba e coqueluche
foram praticamente eliminadas no Brasil graças à introdução de vacinas, mas,
agora, voltam a preocupar médicos e autoridades sanitárias. Com o baixo número
de casos observados na última década, a ameaça ficou imperceptível, o que levou
ao relaxamento de pais em relação à vacinação dos filhos.
Nos últimos anos, o Ministério da Saúde tem observado
redução nos índices de cobertura vacinais de alguns imunizantes.
Embora a queda seja pequena, ela já resulta na alta no
número de casos de doenças até então consideradas controladas.
Segundo dados da pasta, a incidência de coqueluche aumentou
dez vezes em apenas três anos, casos de caxumba têm se tornado mais frequentes
em Estados como São Paulo e Rio e um surto de sarampo acaba de atingir o
Nordeste - o Brasil estava havia 12 anos livre da transmissão interna do vírus.
"É um engano os pais acharem que a criança não precisa
da vacina porque a doença não é mais circulante. Com os deslocamentos de
turistas e viagens dos próprios brasileiros, é possível ter contato com as
doenças. Foi o que aconteceu no surto de sarampo no Ceará e em Pernambuco. O
vírus foi provavelmente trazido por uma pessoa que viajou à Europa", diz Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de
Imunizações (PNI) do governo.
Desde 2000, o Brasil não registrava casos de sarampo
autóctones (quando a contaminação acontece dentro do País). Em 2013, houve
surto nos dois Estados do Nordeste, o que fez o Brasil passar de dois casos em
2012 para 732 em 2014. A situação foi considerada controlada pela pasta há
apenas dez dias.
Mais gastos Segundo Carla Domingues, se houver o relaxamento
na vacinação, o esforço e os gastos para interromper a transmissão serão muito
maiores. "O sarampo é grave e pode causar surdez, cegueira, complicações
respiratórias e até a morte. As doenças que antes eram vistas como de criança
hoje podem se tornar um grande problema de saúde pública para o adulto."
Caxumba e sarampo são prevenidos pela mesma vacina, a
tríplice viral, que ainda dá imunidade contra rubéola. Embora a cobertura
vacinal da primeira dose, administrada aos 12 meses de idade, seja alta, metade
das crianças não toma a segunda, afirma a coordenadora do PNI. "Na
tríplice viral, o componente que protege contra a caxumba é o que tem menor
eficácia. Esses jovens que estão contraindo caxumba em São Paulo, no Rio e em
outros estados provavelmente não tomaram a segunda dose."
O ministério não tem dados nacionais, mas informações da
secretaria estadual mostram que o Rio de Janeiro registrou até agosto 1.241
casos de caxumba, mais do que o dobro do número de todo o ano passado, quando
561 pessoas ficaram doentes. Em São Paulo, os primeiros oito meses do ano já
acumulam quase o mesmo número de casos que todo o ano de 2014: 106 contra 118.
Explosão Mas o fenômeno que mais preocupa é a explosão de
casos da coqueluche. Não por acaso, o crescimento de doentes acontece
paralelamente à queda da cobertura da vacina pentavalente, que garante
imunidade contra coqueluche, difteria, tétano, meningite e hepatite B. Entre
2010 e 2013, o número de infectados subiu de 605 para 6.368 e as mortes
passaram de 18 para 109. No mesmo período, a cobertura vacinal caiu de 97,6%
para 94,5%.
A maioria das vítimas tem menos de 1 ano de idade – elas não
estão completamente protegidas, pois o esquema vacinal em três doses é
finalizado aos 6 meses. Como o adulto pode ter a doença sem sintomas, muitas
vezes são os pais que, sem saber, transmitem a bactéria. "O adulto perde a
imunidade com o tempo e pode disseminar a doença sem perceber. A estratégia do
ministério foi vacinar a gestante para que o bebê já nasça com imunidade, mas a
adesão das mulheres é muito baixa", diz Jacy Andrade, professora de
Infectologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
Informações Agência
Estado
Farmácias de Plantão - 05 de outubro
Drogahemil
- 3331-1380 - Rua Amaral Franco, 156, Centro – Manhuaçu
- Permebem Petrina
- 3331-6060 - Avenida Prof. Joventino Nunes - Petrina – Manhuaçu
domingo, 4 de outubro de 2015
04 de outubro: Dia do Agente Comunitário de Saúde
O Conselho Municipal de Saúde de Manhuaçu parabeniza todos os Agentes Comunitários de Saúde que desempenham suas funções para o benefício da nossa população usuária.ACS,uma das profissões mais completas por estarem junto às famílias.
Parabéns!
Parabéns!
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Preocupação com dengue é destaque na reunião do CMS
Dengue foi a principal pauta da reunião do Conselho
Municipal de Saúde de Manhuaçu na quarta-feira, 30/09. O assunto foi debatido
pela Vigilância Ambiental e pelos conselheiros tendo em vista a preocupação com
o início do período de chuvas e calor intenso que fazem aumentar o número de
mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença e também da febre Chikungunya,
que possui sintomas similares à dengue. De janeiro até 18/09, o município havia
registrado 27 casos de dengue clássico.
Conclame aos
conselheiros
Os conselheiros de saúde foram conclamados pelo presidente
Nelson de Abreu e pela coordenadora da Vigilância Ambiental, Emilce Estanislau,
para uma “batalha de enfrentamento” da doença de agora até 2016, período
crítico em todo país. Todas as condições favoráveis a proliferação do mosquito
devem ser contidas com a participação de todos na eliminação de água parada em
todas as hipóteses.
Os conselheiros de saúde decidiram que as ações serão
intensificadas pelos Conselhos de Unidades de Saúde (COUS), em todas as
unidades de saúde, presentes em todo o município.
Conforme a Vigilância Ambiental, as ações concretas de mobilização
social estão sendo intensificadas e parcerias estabelecidas com empresas
privadas para tais mobilizações. Um plano de enfrentamento da dengue está sendo
construído pela Secretaria de Saúde para ser entregue a
Administração Municipal,
informou Emilce Estanislau. Uma grande campanha de sensibilização está sendo criada
pela Secretaria de Comunicação Social e pela Vigilância Ambiental, reforça a
coordenadora.
Vilanova
A conselheira Gleisa Otoni Dutra, do Distrito de Vilanova, apresentou
proposta de ação realizada naquela localidade com a confecção de garrafas pets
para enfeites de natal, propiciando a retirada destes que quase sempre se
transformam em focos de dengue. Os pets foram recolhidos e lavados, experiência
exitosa que pode ser seguida por outras comunidades.
Saudoso Marivaldo
Anselmo
Os conselheiros destacaram ainda a importância do trabalho
realizado durante muitos anos pelo conselheiro Marivaldo Anselmo (foto), que
morrera no último mês de setembro. Um cidadão sempre presente no conselho (atualmente
era vice-presidente) e preocupado com a melhoria da saúde pública de Manhuaçu
de forma consciente e clara. Um conselheiro que muita falta fará, com certeza,
reiterou a assembléia de conselheiros na reunião da quarta-feira.
Luiz Nascimento, com
informações do CMS
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