PÁGINAS

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Casos de Hanseníase caem 34% em 10 anos

O Ministério da Saúde divulga números que apontam redução de 34,1% no número de casos novos diagnosticados com hanseníase no Brasil, passando de 43.652 diagnosticados no ano de 2006, para 28.761 no ano de 2015. Tal redução corresponde assim à queda de 39,7% da taxa de detecção geral do país, que passou de 23,37/100 mil habitantes em 2006 para 14,07/100 mil habitantes em 2015. A redução é resultado das ações implantadas no país para o enfrentamento da doença, com foco na busca ativa de casos novos para o diagnóstico na fase inicial, tratamento oportuno e cura, bem como a prevenção de incapacidades e deformidades físicas, principal causa do estigma e preconceito que permeiam a doença.

Em menores de 15 anos, o número de casos novos da doença diagnosticados em 2015 foi de 2.113, sinalizando assim focos de infecção ativos e transmissão recente. Contudo, a taxa de detecção geral nessa parcela da população apresentou uma redução acumulada de 28,2% na última década, passando de 6,22/100 mil habitantes em 2006, para 4,46/100 mil habitantes em 2015.

O número de pacientes em tratamento no país também reduziu, passou de 26,3 mil pacientes em 2006 para 20,7 mil em 2015, demonstrando uma queda de 21,3%. “A busca ativa de casos e exame dos contatos, proporciona a quebra na cadeia de transmissão, na medida em que identificando precocemente o doente, é possível iniciar o tratamento, reduzir a contaminação de pessoas sadias e avançar no processo de eliminação da doença enquanto problema de saúde pública no Brasil”, explica a Coordenadora-Geral de Hanseníase e doenças em eliminação, Carmelita Ribeiro Filha.

BUSCA ATIVA EM CRIANÇAS – O Ministério tem intensificado a busca ativa de casos em escolares de 5 a 14 anos, matriculados no ensino fundamental de escolas públicas, a fim de diagnosticar e iniciar o tratamento contra a doença o mais cedo possível, reduzindo a transmissão e as incapacidades decorrentes do diagnóstico tardio.

Para isso, realiza desde 2013 nas escolas a Campanha Nacional de Hanseníase, Geo-helmintíases e Tracoma, para identificar casos suspeitos de hanseníase por meio da triagem de lesões sugestivas com a utilização da ficha de autoimagem, tratamento coletivo para geo-helmintíases e detecção e tratamento de casos de tracoma nos escolares e seus contatos domiciliares.

Na terceira edição, realizada em 2015, participaram 2.292 municípios, totalizando um aumento de 269% em relação ao primeiro ano da Campanha (852 mun/2013). Nas três primeiras edições da Campanha, cerca de 16 milhões de ficha de autoimagem foram entregues. Destes, 1,3 milhões foram examinados para hanseníase e 917 tiveram diagnóstico confirmado, além de 121 casos novos entre os contatos. A quarta edição da Campanha, iniciada em agosto de 2016, será realizada até 17 de abril deste ano. Até o momento, 157.270 escolares foram examinados para hanseníase e 67 casos novos diagnosticados.


Informações Ministério da Saúde – www.saude.gov.br

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Farmácia de Plantão - 4 de fevereiro

  • Drogaria Aliança – Centro
  • 3332-1856
    Praça Cordovil Pinto Coelho, 426
    Centro – Manhuaçu

  • Drogaria Engenho da Serra
    3332-1108
    Rua Prof. Silas Heringer, 794
    Eng. Da Serra – Manhuaçu

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Batata frita pode ser mais saudável do que cozida, diz estudo

Preparar vegetais como batata, tomate, abóbora e berinjela fritos é considerado o melhor método para extrair propriedades benéficas ao organismo. Mas há um detalhe importante: o azeite de oliva tem que ser usado na hora de fritar os alimentos, pois é ele quem ressalta as propriedades benéficas de cada um. Esse modo de preparação aumenta a capacidade antioxidante dos alimentos e também o número de compostos responsáveis por prevenir doenças crônicas como o câncer, diabetes ou degeneração macular, que causa perda da vista. As informações foram comprovadas por uma pesquisa da Universidade de Granada, na Espanha.

O objetivo da pesquisa era determinar os efeitos de diferentes métodos de preparação nas propriedades antioxidantes e nos preventivos de doenças dos vegetais consumidos na dieta mediterrânea. Os vegetais sem cascas foram separados em três grupos: fritos e salteados em azeite de oliva, cozidos em água e cozidos em uma mistura de água e azeite. As preparações durante o estudo seguiram receitas tradicionais da Espanha.

A professora Cristina Samaniego, orientadora do projeto, explica que, ao usar azeite como transmissor de calor, o óleo também transfere compostos, exclusivos do azeite, para os vegetais. A pesquisadora ressalta que cozer pode ser recomendado "quando a comida é consumida junto com a água usada na preparação, já que o acréscimo do azeite de oliva melhora as propriedades e compensa as deficiências da comida crua", afirma.


O artigo com os resultados da pesquisa foi publicado na revista Food Chemistry. A mensuração dos dados foi feita com a tecnologia da cromatografia líquida de alta eficiência, que separa compostos químicos.

Farmácia de Plantão - 2 de fevereiro

  • Droganova
  • 3331-5573
    R. Antônio Welerson, 428
    Santo Anônio – Manhuaçu

  • Drogaria Coqueiro
    3331-4078
    Av. Getúlio Vargas, 598
    Coqueiro – Manhuaçu

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Farmácia de Plantão - 1º de fevereiro

  • Drogaria Aliança – Baixada
  • 3331-7534

  • Drogaria Em Vida
    (33) 3331-8222
    Rua Capitão Rafael,
    Centro – Manhuaçu

44 pessoas morreram por febre amarela em Minas

A febre amarela em Minas Gerais já é a mais mortífera do país desde 1980, último dado disponível na série histórica de acompanhamento feito pelo Ministério da Saúde. Dados divulgados no fim da tarde desta terça-feira pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) mostram um aumento de 10% no número de mortes em relação ao último boletim, saltando de 40 para 44. Além disso, outros 72 óbitos estão sendo investigados. O ano mais devastador tinha sido em 2000, quando 40 pessoas morreram vítimas do vírus.

Em 31 dias, foram notificados 739 casos de febre amarela. Somente de segunda-feira para terça-feira, foram 27 registros. Do total, 126 pessoas foram confirmadas com a doença. Dados da SES, mostram que dos casos confirmados, 87% foram em homens. Em relação as mortes, foram notificadas 116 e 44 foram confirmadas como as causas sendo da enfermidade.

A maioria das mortes aconteceram entre pessoas com idades entre 30 e 59 anos. Foram 34 no total. Foram registrados óbitos de 7 pessoas com mais de 60 anos, e 3 entre jovens entre 20 e 29 anos.