PÁGINAS

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Sete passos para manter o seu intestino saudável

O câncer de cólon e reto, que também pode ser chamado de câncer de intestino, é um dos mais incidentes do Brasil, com 30 mil novos casos estimados por ano pelo Institui Nacional do Câncer (Inca). Esse tipo de câncer fica atrás apenas dos de pele não melanoma, próstata e mama feminina. O principal fator de risco para esse tipo de câncer é o histórico familiar. Segundo a proctologista Daniele Franco, do Hospital Santa Luzia, em Salvador, a genética atua um papel primordial da gênese do câncer e ainda tem uma força maior que fatores externos. No entanto, qualquer um pode se beneficiar dessa lista de bons hábitos para manter o intestino sempre em ordem, afastando o câncer de cólon e reto ou mesmo outros problemas relacionados ao órgão, como a presença de pólipos - pequenos acúmulos de pele que podem, inclusive, ser um sinal de alerta para o câncer. Confira:

Faça os exames regularmente

O teste mais específico para avaliação direta do intestino grosso e reto é a colonoscopia. "Trata-se de uma endoscopia feita pelo ânus que permite a visualização direta de toda a mucosa intestinal em sua circunferência, desde o reto até o íleo terminal (fim do intestino delgado) e possibilitando coleta de material para análise", afirma a proctologia Daniele Franco, do Hospital Santa Luzia, em Salvador. "A cápsula endoscópica é um exame que também permite a visualização da luz intestinal, mas não permite biópsias, e é utilizado quando existem lesões obstrutivas que impossibilitam a passagem do colonoscópio ou quando quer se avaliar o intestino delgado, segmento de difícil acesso pelos endoscópios", completa. Existem também testes indiretos radiológicos dos cólons, que são o clister opaco e a colonoscopia virtual. Esses exames desenham a luz intestinal e pode encontrar lesões de mucosa maiores que 6 mm.

Um estudo feito por pesquisadores do Massachusetts General Hospital Gastrointestinal Unit descobriu que fazer uma colonoscopia a cada 10 anos a partir dos 50 anos de idade poderia evitar 40% dos casos de câncer colorretal. O estudo acompanhou mais de 89 mil profissionais de saúde durante um período de 20 anos e foi publicado no New England Journal of Medicine. A colonoscopia se tornou exame de rotina como prevenção de câncer colorretal, e deve começar a ser feito a partir dos 50 anos de idade para pessoa sem histórico familiar da doença. Aqueles que possuem fatores de risco devem incluir o exame na rotina após os 40 anos ou 10 anos antes da idade do caso mais precoce na família. "A colonoscopia também pode ser indicada em investigação de dores abdominais, alteração do hábito intestinal, hemorragias pelo ânus, diarreias e outras queixas relacionadas", explica a especialista. Se os exames forem normais, devem ser repetidos a cada cinco ou dez anos. Já o resultado alterado deve ser repetido conforme orientação do médico.

Cuide de doenças do cólon e reto

Além da história genética, a presença de doenças inflamatórias intestinais crônicas, como a doença de Crohn e a retrocolite ulcerativa, aumenta o risco de câncer de cólon e reto. "Isso acontece devido ao estímulo inflamatório constante, que culmina acelerando a multiplicação celular", afirma a proctologista Daniele. Portanto, pacientes portadores dessas doenças devem manter uma regularidade maior do exame: de um modo geral, anualmente após oito anos de doença se portador de colites ou uma vez a cada dois anos se tiver uma doença que afeta um segmento específico do intestino, como diverticulite.

Evite alguns alimentos

Hábitos alimentares nocivos, como o consumo excessivo de carne vermelha, embutidos, enlatados e defumados excessivamente não são saudáveis para o intestino. "A digestão desses alimentos resulta na produção de metabólitos, substâncias tóxicas que podem ser o estopim para transformação genética das células da mucosa no intestino grosso, se muito tempo em contato com a mucosa intestinal", afirma a proctologista Daniele. Segundo a proctologista Gilmara da Silva Aguiar, do Hospital Santa Cruz de São Paulo, o consumo de carne vermelha deve ser limitado a 200g por semana - entre uma a duas vezes por semana - para aqueles em grupo de risco para doenças do intestino, enquanto os outros tipos de alimento devem ser evitados ao máximo. "Na verdade, muitos estudos demonstraram que as carnes processadas aumentam o risco de câncer mais do que o consumo de carne não processada", alerta o cirurgião oncologista Samuel Aguiar Junior, diretor de tumores colorretais do A.C.Camargo Cancer Center. O motivo é o mesmo: substâncias cancerígenas que são formadas a partir do método de processamento da carne.

Coma mais fibras

O consumo de frutas, legumes, verduras e grãos integrais aumenta a quantidade de bactérias do intestino, ajudando no seu pleno funcionamento. Com a microbiota (flora intestinal) funcionando a todo vapor, é mais fácil para o órgão suprimir a atividade de outras bactérias que são nocivas e podem formar substancias tóxicas. "Além disso, um intestino saudável ajuda a eliminar com regularidade os metabólitos tóxicos do organismo na evacuação", lembra a proctologista Daniele. Segundo o oncologista Samuel, as fibras das frutas, verduras e cereais regularizam o trânsito, diminuindo o tempo de exposição da mucosa intestinal a substâncias potencialmente cancerígenas.

Controle o peso

Estar com o peso acima do que é considerado saudável também pode ser um fator de risco para o câncer de intestino. Um estudo publicado no American Journal of Epidemiology revelou que a obesidade e acúmulo de gordura abdominal aumentam a probabilidade de uma pessoa desenvolver câncer de cólon e reto. A análise foi liderada por uma especialista da Maastricht University, na Holanda e contou com a participação de 120 mil adultos holandeses com idade entre 55 e 69 anos. Após avaliar cada um dos indivíduos, os cientistas constataram que homens com sobrepeso significativo ou em início de obesidade tinham um risco 25% maior de ter câncer colorretal. Além disso, aqueles cujo tamanho da cintura era significativamente maior apresentaram um risco 63% maior de ter esse tipo de câncer. "O desequilíbrio metabólico, que inclui sobrepeso, obesidade e diabetes, aumenta o risco de câncer de intestino", explica o cirurgião oncologista Samuel. E a diminuição da circunferência abdominal interfere nos níveis de insulina e glicose, contribuindo para uma melhor regularização do metaboslismo. O papel da atividade física regular é fundamental para esse equilíbrio.

Faça exercícios

Segundo o oncologista Rui Fernando Weschenfelder, do Grupo de Trabalho e Estudos do Câncer Gastro-Intestinal da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, a prática de exercícios físicos regularmente reduz em 24% a incidência de câncer de intestino. "Um conjunto de 52 estudos científicos demonstrou que pessoas que se exercitam de forma regular têm menos chance de desenvolver este tipo de câncer quando comparados a pessoas sedentárias", diz. Inclua pelo menos 30 minutos de atividade física moderada em cinco dias da semana ? isso ajudará seu intestino a funcionar melhor, estimulando a movimentação do órgão, além de contribuir para diminuição do estresse e controle do peso, ambos fatores conhecidos para aumentar o risco de câncer.

Modere no álcool

"A relação direta entre álcool e câncer de intestino não está completamente estabelecida, como acontece com carne vermelha, frutas e verduras e exercício físico", explica o oncologista Samuel. Entretanto, é sabido que pessoas que ingerem grandes quantidades de álcool estão em maior risco para desenvolver a doença. "Este risco é maior para pessoas que ingerem mais de 45 g de álcool por dia (equivalente a aproximadamente três latas de cerveja de 350 mL, três taças de vinho de 150 mL ou três doses de uísque de 40 mL)", explica o oncologista Rui Fernando. Entretanto, o especialista afirma que é importante lembrar que pequenas quantidades de álcool podem ter efeitos benéficos para a saúde, mas por outro lado mesmo pequenas doses podem ser problemáticas para pessoas com risco para alcoolismo. Dessa forma, é importante ficar atento para o histórico familiar do problema e conversar com seu médico, verificando se é adequado manter o consumo moderado da bebida.

Pare de fumar

Hoje existem mais de 100 estudos científicos comprovando que o cigarro é causa de câncer de intestino, aponta o oncologista Rui Fernando. "De forma global, quem fuma tem 18% mais chance de desenvolver câncer de cólon e reto quando comparado ao não-fumante", completa o especialista. Isso acontece porque as substâncias tóxicas do cigarro estimulam mutações genéticas em todo o organismo, podendo favorecer uma série de cânceres.


www.minhavida.com.br 

sábado, 4 de outubro de 2014

Manhuaçu: Município recebe capacitação microrregional de conselheiros de saúde

Representantes de várias cidades da microrregião de Manhuaçu e de outros municípios, participaram do curso de capacitação de conselheiros de saúde, promovido pelo Conselho Estadual de Saúde de Minas Gerais, com apoio do Conselho Municipal de Saúde Local. O evento aconteceu na Câmara de Vereadores, nos dias 26 e 27/09, com os temas “Controle Social e Gestão” e “Orçamento e Financiamento”. Esta é a segunda etapa da capacitação.

O evento foi aberto na sexta-feira, 26/09, com a presença do presidente do Conselho Municipal de Saúde de Manhuaçu, Nelson de Abreu, do secretário municipal de Saúde, Dr. José Rafael e do presidente da Câmara de Vereadores, Maurício Jr.

Cidades participantes

Os participantes da capacitação e a equipe responsável vieram de Ipanema, Coronel Fabriciano, Belo Horizonte, Mutum, Fervedouro, Reduto, Divino, Santa Margarida, Abre Campo, Uberlândia, Luisburgo, Alto Caparaó, Manhumirim, Simonésia, Orizânia, Itamonte, Itamarati de Minas, Lajinha e Manhuaçu.

Insatisfação 

Os conselheiros de saúde de Manhuaçu cobravam uma capacitação, entretanto, houve questionamentos. Alguns conselheiros reclamaram da falta de oportunidades para esclarecer dúvidas.


Luiz Nascimento 

domingo, 28 de setembro de 2014

Papel dos conselheiros de saúde

O ponto de partida da atuação dos conselheiros de saúde são as necessidades da comunidade. Os conselheiros são a ligação entre o conselho de saúde e o grupo social que representam.

Com a Lei Orgânica da Saúde e, também, com a Emenda Constitucional 29/2000, a existência e o funcionamento dos conselhos de saúde passaram a ser obrigatórios para que estados, o DF e os municípios possam receber recursos federais.

Como não existe hierarquia entre União, estados, DF e municípios, esses são livres para definir, em seus Planos de Saúde, os meios pelos quais o dinheiro transferido pelo governo  federal será aplicado na saúde. No entanto, os planos estaduais, distrital e municipais de saúde devem estar em harmonia com o Plano Nacional de Saúde. Os Planos de Saúde devem ser submetidos à aprovação dos conselhos de saúde.

Cada conselheiro representa uma parte da sociedade e está no conselho para levar as necessidades e as sugestões da sua comunidade para as políticas de saúde. Os conselhos de saúde são aliados da secretaria de saúde na busca de um sistema de saúde melhor para todos. Não há subordinação entre conselho de saúde e prefeitura ou secretaria de saúde.

Mas atenção

Todos devem se ajudar com o objetivo de ajudar a sociedade. Não podemos confundir o trabalho do conselho de saúde com o  trabalho da Secretaria de Saúde. O conselho, em linhas gerais,  propõe o que deve constar na política de saúde e fiscaliza sua  execução e a utilização de recursos financeiros. A Secretaria de Saúde executa a política de saúde.

Em síntese: a Secretaria de Saúde, que compõe o Poder Executivo, executa a política de saúde; o conselho de saúde faz propostas e fiscaliza a execução dessa política. É importante lembrar que os conselheiros de saúde têm o papel fundamental de acompanhar, de perto, como está a saúde da população e a qualidade dos serviços oferecidos.

Isso acontece porque o conselheiro pode chegar onde, muitas vezes, os gestores ou outras autoridades não podem ir. Por isso, é muito bom que os conselheiros estejam sempre muito bem informados a respeito das seguintes questões:

• A quem se destina o atendimento em determinada unidade de saúde, ou em determinado programa, ou seja, qual é a população-alvo dos serviços prestados por determinada unidade de saúde?

• Quais os problemas de saúde mais comuns na população?

• Qual o número de atendimentos realizados nos postos/centros de saúde, maternidades e hospitais, a cada mês?

• Quais as especialidades oferecidas nas unidades de saúde e o número de consultas realizadas por especialidade nessas unidades de saúde (por exemplo, na pediatria, na cardiologia, na clínica-geral)?

• Há falta de médicos especialistas na região? Se houver, em quais especialidades?

• Quantas crianças que devem ser vacinadas?

• Qual a quantidade de vacinas disponíveis para as próximas campanhas e qual o número de doses previstas para serem aplicadas?

• Qual a previsão da quantidade de gestantes que devem fazer o pré-natal nos próximos meses em cada unidade de saúde?

• Quantos leitos hospitalares há na rede pública, em sua região (cidade ou estado)? Quanto tempo, em média, esses leitos ficam ocupados? Quais os principais problemas de saúde que levam às internações na rede pública?

• Quais são os hospitais privados que têm convênio com o SUS e qual o número de vagas para usuários do SUS nesses hospitais?

• Nos hospitais privados que têm convênio com o SUS, qual é a qualidade do serviço prestado?

• Quais são os serviços disponíveis para a população? Há carência de determinados serviços? A população está indo procurar ajuda em outras cidades?
Além de estar atento a essas questões, o conselheiro deve rever o relatório da última conferência de saúde e acompanhar suas deliberações.


Fonte: Orientações para Conselheiros de Saúde/publicação do TCU

Vacina HPV é segura, confirmam autoridades de saúde

As Sociedades Brasileiras de: Imunizações (SBIm), Infectologia (SBI) e Pediatria (SBP), a Sociedade Latinoamericana de Infectologia Pediátrica (SLIPE) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), enfatizam a necessidade das meninas brasileiras, de 11 a 13 anos de idade, receberem a segunda dose da vacina HPV nos postos de vacinação e escolas de todo país, com o objetivo de uma adequada proteção contra as infecções causadas pelo vírus que são relacionadas a vários tipos de câncer, especialmente o de colo uterino.

O Brasil alcançou, com a primeira etapa da vacinação em março de 2014, coberturas vacinais elevadíssimas, ao redor de 90% do público alvo. São números expressivos que confirmam a adesão da população brasileira às imunizações e a confiança em nosso Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Foram mais de 4.000.000 de doses aplicadas, sem registros de eventos adversos graves que pudessem ser atribuídos à vacina.

Em todo o mundo já foram aplicadas mais de 180 milhões de doses desta vacina, com excelente perfil de segurança. Estudos pós-licenciamento, realizados especialmente nos Estados Unidos e Austrália, comprovam que a vacina é segura e eficaz.

Nos Estados Unidos, que contam com um excelente sistema de registro de eventos adversos, uma recente publicação do Center for Disease Control and Prevention (CDC), avaliou os cerca de 22.000 eventos adversos temporalmente relacionados à vacinação, após a administração de mais de 67 milhões de doses (incidência de 0,03%).

Não se verificou, até o momento, nenhuma associação causal entre a vacina e algum evento adverso grave.

Outro grande estudo realizado na Dinamarca e Suécia analisou os dados de segurança após a aplicação de quase 700.000 doses da vacina em meninas. Não se observou aumento da incidência de doenças neurológicas, autoimunes ou vasculares.

Os eventos adversos mais comumente relacionados à vacina HPV são os comuns às outras vacinas: reações locais (dor, inchaço, e vermelhidão), cefaléia e febre em menor incidência. Eventualmente desmaios podem ocorrer, fato não raro de ser observado ao se aplicar medicações injetáveis em adolescentes, e não relacionado especificamente à vacina HPV.

É importante, por isso, enfatizar que após vários anos de experiência com a vacina em diversos programas de imunização em todo o mundo, a vacina HPV demonstrou-se segura e não foi associada a eventos adversos sérios.

A vacinação das meninas no início da puberdade oferece inequívoca possibilidade de prevenção primária que, associada às ações de rastreamento do câncer do colo de útero, permitirá, em futuro próximo, reduzir a enorme carga da doença em nossa população.


Fonte: Setor de Vigilância em Saúde de Manhuaçu

Tempo seco e os males causados à saúde

Quando fazem a previsão do tempo, os meteorologistas chamam sempre a atenção para a umidade relativa do ar, ou seja, sobre a quantidade de vapor d’água contido na atmosfera em relação à quantidade máxima que poderia suportar nessa mesma temperatura (ponto de saturação). Nos períodos de longa estiagem característicos do final do inverno, a umidade do ar cai muito e fica mais alta nos dias quentes de verão, por causa da evaporação que ocorre depois das pancadas de chuva.

Os meteorologistas se preocupam com a umidade relativa do ar, porque ela representa uma variável meteorológica que pode afetar o organismo de todos os seres vivos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o nível ideal para o organismo humano gira entre 40% e 70%. Acima desses valores, o ar fica praticamente saturado de vapor d’água, o que interfere no nosso mecanismo de controle da temperatura corporal exercido pela transpiração. Quanto mais alta a temperatura e mais úmido o ar, mais lenta será a evaporação do suor, que ajuda a dissipar o calor e a resfriar o corpo. Algumas medidas simples podem ajudar a aliviar essa sensação de desconforto e mal-estar.

No extremo oposto, tempo seco demais e baixa umidade do ar causam danos maiores para a saúde. Além de dificultarem a dispersão de gases poluentes, que agravam a situação, provocam o ressecamento das mucosas das vias aéreas, tornando a pessoa mais vulnerável a crises de asma e a infecções virais e bacterianas. Baixa umidade do ar deixa também o sangue mais denso por causa da desidratação e favorece o aparecimento de problemas oculares e alergias. Mesmo quando a temperatura sobe, o ar seco faz seus estragos, pois acelera a absorção do suor pelo ambiente e resseca a pele.

Quanto mais quente o ar nos períodos de longa estiagem, menor a umidade do ar. O horário crítico, em geral, ocorre entre 15h e 16h. Quando o nível cai para menos de 30%, os prejuízos para a saúde se tornam mais evidentes: dor de cabeça, complicações alérgicas, sangramento nasal, garganta seca e irritada, sensação de areia nos olhos que ficam vermelhos e congestionados, ressecamento da pele, cansaço.

Não está em nossas mãos controlar as variações climáticas que afetam o organismo. No entanto, cabe a nós tomar algumas precauções que podem preservar nossa saúde e melhorar a qualidade de vida especialmente nos períodos em que a umidade do ar está baixa.

Cuidados pessoais

* Lave as mãos com frequência e evite colocá-las na boca e no nariz;

* Procure manter o corpo sempre bem hidratado. Portanto, beba bastante água, mesmo sem sentir sede. Na hora do lanche ou da sobremesa, dê preferência a frutas ricas em líquidos, como melancia, melão e laranja, por exemplo. Em especial, fique atento à hidratação das crianças, idosos e dos doentes;

* Aplique soro fisiológico no nariz e nos olhos para evitar o ressecamento;

* Evite a prática de exercícios físicos entre 10h e 16 h;

* Use produtos para hidratar a pele do rosto e do corpo, pelo menos depois do banho e na hora de 
deitar;

* Coloque chapéus e óculos escuros para proteger-se do sol;

* Aproveite o vapor produzido pela água quente durante o banho para lubrificar as narinas

Cuidados com o ambiente

* Ponha toalhas molhadas, recipientes com água ou vaporizadores nos aposentos, principalmente nos quartos de dormir;

* Evite aglomerações e a permanência prolongada em ambientes fechados ou com ar condicionado, pois o ressecamento das mucosas aumenta o risco de infecções oportunistas das vias aéreas;

* Mantenha a casa sempre limpa e arejada. O tempo seco aumenta a concentração de ácaros, fungos e da poeira em móveis cortinas e carpetes;

* Procure não usar vassouras que levantam o pó por onde passam. Se não for possível utilizar aspiradores, utilize panos úmidos;

* Ligue os ventiladores de teto para cima. Ligados para baixo, levantam a poeira que se mistura no ar que você vai respirar.

* Deixe o carro em casa, sempre que possível; aproveite para dar uma caminhada quando for percorrer distâncias menores;

* Não queime lixo nem provoque queimadas por descuido ou desatenção.


Fonte: www.drauziovarella.com.br

São Pedro: Integração em prol da saúde

O Programa Saúde na Escola (PSE) contribui para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção da saúde, prevenção de doenças e agravos à saúde e atenção à saúde, visando o enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens da rede pública de ensino.

A ESF São Pedro do Avaí, juntamente, com a equipe da Escola Estadual Ana Mendes Pereira Dutra trabalham em prol de uma estratégia de integração da saúde e educação para o desenvolvimento da cidadania. A finalidade do programa é investir na formação de comportamentos favoráveis à saúde e ao bem estar desde a infância. Se uma criança cresce em meio a uma vida saudável, a tendência é que se torne um adulto saudável.

Várias atividades foram realizadas desde avaliações odontológicas, acuidade visual, calendário de vacina e nutricionais com acompanhamento de peso/altura. Além deste trabalho foram organizadas palestras educativas com os temas: Drogas ilícitas e lícitas, alimentação saudável, direitos reprodutivos – consequências de uma gravidez na adolescência, e doenças sexualmente transmissíveis – DST.

O trabalho iniciou-se em junho na escola, chegando ao final do primeiro ciclo em agosto. Agora segue a próxima fase, todos os alunos avaliados que tiveram por algum motivo seus exames alterados serão avaliados por médicos e especialistas. 

A enfermeira Flávia Silva Cardoso agradeceu o envolvimento dos profissionais da ESF, juntamente, com o NASF e todos da Escola Estadual Ana Mendes Pereira Dutra. “O trabalho só foi possível devido o interesse e empenho de todos. O nosso trabalho visa fazer a diferença e estabelecer condições iguais de oportunidade de educação a todos independente de raça, idade e qualquer tipo de diferença, cultura de paz e local”, enfatizou.


Informações ESF São Pedro do Avaí

Conselheiros aprovam Plano de Saúde do Município

Na reunião extraordinária do Conselho de Saúde, realizada no dia 17/09, a enfermeira Roberta Mendes e Maria de Luz Soares, do setor de planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, apresentaram o Plano Municipal de Saúde para o período de 2014/2017. O Plano valoriza as propostas aprovadas na última Conferência Municipal de Saúde. Deste planejamento sairá a Programação Anual de Saúde.

Antes de ser apresentado aos conselheiros, todos os membros do CMS receberam cópia do documento com antecedência para uma análise antes de ser colocado em pauta. Após vários questionamentos, alguns conselheiros apresentaram sugestões de modificações, de acordo com as propostas aprovadas na última Conferência de Saúde. As observações foram acolhidas pela equipe e as modificações sugeridas feitas.  O atual Plano é baseado no relatório de gestão de 2013.

Uma comissão composta dos conselheiros Altair, Dilson e Maria Imaculada Dutra, acompanhará o desenvolvimento da Programação Anual de Saúde.

Palavra do vice-presidente

No início da reunião, o vice-presidente do CMS, Raimundo Ferreira Lopes, falou da importância de os conselheiros estarem unidos em prol de conquistas para uma melhoria na saúde pública do município. Frisando a falta de apoio às demandas apresentadas pelo CMS, Lopes pediu os conselheiros para que todos busquem na união a força para conquistar o que necessário em prol da coletividade. Clima e divisão entre os conselheiros só enfraquece o CMS, ao que parece, o que muitos querem, mas não conseguirão.

A conselheira Maria Imaculada Dutra,  disse que a luta de todos os membros do CMS deve ser pela saúde pública, que precisa ser discutida e debatida com seriedade por todos.


Ao final da reunião, a conselheira Dorca fez várias considerações e questionou a Secretaria Municipal de Saúde em vários pontos, um deles a assinatura de convênio para implantação do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), sem apreciação do CMS.

Luiz Nascimento